quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Caro Leitor 2
Museu de arqueologia
Vila Velha
Vila Real
19/11/2015
21h30m
Estava frio e escuro, uma noite
de início de inverno.
Cheguei primeiro, encontrei o
João Ribeiro a trabalhar e a esperar-nos.
Chegou a Luísa Costa, a Carla
Azevedo, a Fátima Campos e finalmente Isabel.Sarmento.
Eu sentia-me um pouco
desmotivada pela ausencia de alguns convidados, também me apetecia ficar em casa no calorzinho e a navegar na net,
a saborear um chá de menta.
Afinal, foi bom, reconheço que
somos boas conversadoras e sabemos ouvir. O tempo passou muito rápido.
Começamos por falar sobre a nossa
senhora de que é o cartão de visita do museu, antigamente localizada num nicho
localizado na parte superior das portas da cidade. O jardim da carreira, o muro
do jardim e os brasões que não têm identificação para o público.
5 mulheres a conversar dentro de
um museu, numa noite de novembro, na parte mais antiga da cidade.
Começamos por falar sobre museus.
– O maior museu do Mundo localizado em
Washington e o menor localizado num elevador em NY com menos de 6m2…
- Os museus bizarros: o museu dos
mortos, o museu do esgoto em Paris e a associação ao livro “Os Miseráveis”, o
museu do cabelo na Turquia, o museu das sanitas na India, o museu das muletas
no Azerbeijão…
– Os museus das aberrações
humanas e daí saltou-se para a exposição sobre corpo humano a decorrer em
Lisboa, os museus anatómicos das faculdades de medicina, …
– Um museu de Inglaterra que é uma povoação que parou no tempo,
com a peste… corpos carbonizados…
- Os museus malditos, proibidos
ao olhar do público…
Dos museus passamos para os livros
“O museu da inocência” de Orhan Pamuk. Falou-se sobre o escritor, sobre a
Turquia e a sua cultura que se equilibra entre o oriente e o ocidente.
Contaram-se historias, experiências e viagens. O papel da mulher naquela
cultura. As contradições nas situações que passam pelo sexo, pela virgindade e pelo
casamento.
“Uma Família Turca”, “As meninas proibidas de Cabul” foram obras referidas no meio da conversa.
Temperamos a conversa com bombons
vindos directamente da rua da Prelada, Porto. Deliciosos + chocolate com avelã.
Aprofundou-se o assunto mulheres
na cultura ocidental, as tarefas domésticas, o empenho dos homens em ajudar ou
não, as razões históricas, contaram-se casos pessoais, da família e dos amigos,
….
Voltou-se aos museus – museu do
papel, museu do brinquedo, a casa museu da quinta de santiago em leça da
palmeira, a casa museu guerra junqueiro no Porto, e o museu da cortiça.
As horas passaram, não houve
tempo para falar da agenda que tínhamos a tratar. Bom sinal!
Um livro para emprestar: “Suite
francesa”.
O museu fechou.
Boa noite. Amanhâ é outro dia.
Um agradecimento especial a João Ribeiro.
Um agradecimento especial a João Ribeiro.
AQ
domingo, 18 de outubro de 2015
Caro leitor 1
Espaço Torga
S. Martinho D’anta
Sabrosa
17/10/2015
16h30m
Adelaide Afonso, Luísa Costa,
Paulo Ribeiro, Marina Teixeira, João Sequeira, Fernanda Gouveia, Fátima Campos,
Helena Olga de Jesus
O Espaço Torga foi o espaço
escolhido para começar estes encontros regulares, para falar de livros, de
eventos culturais e principalmente conversar com o rumo que conversa tomar. O
bar do espaço Torga, com todo aquele pano de vidro transparente fez com que o olhar
registasse não um fim de tarde com por de sol como estava previsto, mas sim um
final de tarde a anunciar o inverno.
Os convites não eram claros sobre
que grupo seria este e o que pretende. Alguns ironicamente manifestaram que
pensavam que lhes iriamos vender um colchão, ou um serviço de copos, um
apartamento no Algarve…
Chegou-se à conclusão que um evento
social que existia à mesma hora impediu a presença de algumas pessoas, evento
esse, abordado sempre com um grande sentido de humor que retirou qualquer
formalidade a este encontro.
Explicou-se que se pretendia
reunir regulamente um grupo de pessoas para conversar sobre o que quisessem,
incluindo literatura, cinema ou outra coisa qualquer, prevalecendo o
conhecimento, o sentido de humor e a liberdade. Não haverá trabalho de casa,
leituras obrigatórias e não serão sempre as mesmas pessoas. Pretende-se um
grupo aberto e sem qualquer limitação na interacção entre convidados
Combinou-se a 3ª quinta-feira de
cada mês, para reunir em local a combinar – sempre em sítios diferentes, em que
o próprio sítio sugestionasse a conversa.
Fizeram-se propostas para o nome
do grupo. Optou-se por “Há conversa”, apesar de haver outras propostas que
talvez no futuro ainda sejam a considerar
Serviu-se um lanche e a conversa devorou
as horas e os minutos.
Encerrou-se o encontro com a leitura
de um texto de Miguel Torga.
Até uma próxima noite.
Um agradecimento especial a João
Sequeira.
sábado, 17 de outubro de 2015
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